No capítulo 26 do livro “Atos dos Apóstolos”, o apóstolo Paulo se apresenta diante do rei Agripa e faz sua defesa. Ele começa relembrando sua vida anterior como fariseu e perseguidor dos cristãos, destacando sua conversão no caminho para Damasco, onde teve uma visão de Jesus. Paulo narra como foi chamado para pregar aos gentios e como sua missão foi recebida com resistência, mas enfatiza que sua mensagem é baseada na esperança da ressurreição, um ponto que provoca reações entre os ouvintes.
Durante sua defesa, Paulo argumenta que suas ações estão em conformidade com as profecias do Antigo Testamento e que ele não está cometendo nenhum crime. O rei Agripa, intrigado, questiona se Paulo está tentando convencê-lo a se tornar cristão, ao que Paulo responde que desejaria que todos, incluindo Agripa, se tornassem como ele, exceto por suas correntes. O capítulo termina com a conclusão de que Paulo não cometeu nenhum crime digno de morte ou prisão, mas Agripa e Festo decidem que ele poderia ter sido libertado se não tivesse apelado para César.