No capítulo 4 do livro de Eclesiastes, o autor reflete sobre a futilidade do trabalho e da ambição humana, observando a opressão e a injustiça que permeiam a vida. Ele destaca a tristeza que acompanha aqueles que vivem sozinhos, sem ninguém com quem compartilhar suas conquistas e alegrias, e enfatiza que é melhor ter companhia do que viver isolado. O autor também menciona a superioridade da amizade e da união, sugerindo que dois são melhores que um, pois juntos podem enfrentar as dificuldades da vida.
Além disso, o capítulo aborda a transitoriedade do poder e da fama, ilustrando que mesmo aqueles que alcançam grande sucesso podem ser esquecidos. O autor conclui que a busca por riqueza e status é vaidade, e que a verdadeira satisfação vem das relações interpessoais e da sabedoria. Ele ressalta a importância de valorizar os momentos simples e as conexões humanas, que trazem significado à vida.