No capítulo 31 do livro de Jó, o protagonista faz uma defesa apaixonada de sua integridade e retidão diante de Deus e dos seus amigos. Ele enumera uma série de comportamentos éticos e morais que seguiu ao longo de sua vida, como evitar a luxúria, tratar os pobres com justiça, e não ter se deixado levar pela avareza. Jó afirma que, se tivesse cometido alguma injustiça, estaria disposto a aceitar as consequências, mas insiste que não há nada que o condene.
Jó também reflete sobre a grandeza de Deus e a impossibilidade de entender completamente Seus caminhos. Ele expressa sua frustração com a situação em que se encontra, desejando que Deus o respondesse e esclarecesse as razões de seu sofrimento. O capítulo termina com Jó reafirmando sua inocência e sua confiança em que, no final, a verdade será revelada.