No capítulo 5 de 1 Samuel, os filisteus capturam a arca da aliança e a levam para a cidade de Asdode, colocando-a no templo de seu deus Dagom. No entanto, no dia seguinte, os filisteus encontram a estátua de Dagom caída de face no chão diante da arca. Após recolocá-la em seu lugar, eles a encontram novamente caída, desta vez com a cabeça e as mãos quebradas. Esses eventos geram grande temor entre os filisteus, que começam a sofrer com pragas, incluindo tumores, o que leva a população a associar esses infortúnios à presença da arca.
Diante do sofrimento causado pela arca, os filisteus decidem transferi-la para outra cidade, mas a situação se repete, e a cidade de Gate também é atingida por pragas. A aflição se espalha entre os filisteus, que finalmente decidem devolver a arca a Israel, reconhecendo que sua presença trazia desgraça e calamidade. O capítulo destaca a soberania de Deus sobre os ídolos e a incapacidade dos filisteus de lidar com a arca, simbolizando a proteção e o poder divinos sobre o povo de Israel.